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A Igreja em Barroso

A Igreja em Barroso

01
Mar19

A Igreja em Barroso - 3ª Edição - 1 de março de 2019

 

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Aí está a 3ª edição do jornal digital do Arciprestado de Barroso, "A Igreja em Barroso".

Não percam nesta edição as palavras de despedida no funeral do Pe. Manuel Alves em Parafita, da autoria do Senhor Avelino Lestra Gonçalves, o discurso proferido pelo Pe. Diogo, natural de Montalegre, no dia da sua homenagem em Calvão, a defesa que a Senhora Veterinária Assunção Rosinha fez do consumo equilibrado de carne num debate sobre uma Quaresma Vegan, um bom texto sobre o santuário da Senhora da Vila de Abril, em Contim, escrito por um filho da terra, o Senhor José Fernando Moura, a entrevista que o Docente Jorge Cunha deu à Rádio Renascença, que eu achei útil partilhar para entendermos um pouco a atual realidade social portuguesa, as linhas orientadoras que o Papa Francisco apresentou à Igreja para se combater a pedofilia, e por fim, o contributo do Senhor Vice-Presidente da Câmara Municipal de Montalegre, o Senhor David Teixeira, ex-aluno de Teologia, na rúbrica três perguntas a.

Boa leitura. Não deixem de partilhar e de dar a conhecer a amigos e familiares.

PDF

ONLINE

13
Fev19

A Igreja em Barroso - 2ª Edição

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Aí está a 2ª edição do jornal digital do Arciprestado de Barroso.
Como não podia deixar de ser, damos especial destaque às tradições cristãs e atividades das paróquias de Barroso, à vida da Diocese de Vila Real, que se despediu de dois bons padres que teve, o P. Ladislau e o P. Manuel Alves, e homenageou outro natural de Montalegre, o P. António Diogo Martins. Damos também um pouco de atenção à formação cristã. 
A não perder nesta edição o contributo do escritor Abel Neves, que nos fala um pouco da sua experiência do divino, um testemunho de fé da Dr. Gorete Afonso, responsável pela Biblioteca de Montalegre, a entrevista ao chefe dos Escuteiros de Montalegre, Olegário Tenreiro, e a colaboração da Liliana Moutinho Seara, que nos fala da realidade da Igreja e da fé. 
Desfrutem de toda esta humilde partilha. Deixo os links:

JORNAL EM PDF

LEITURA ONLINE

31
Jan19

A Igreja em Barroso - 1ª Edição

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Amigos,

Apresento-vos o "A Igreja em Barroso", pequeno jornal mensário do Arciprestado de Barroso, feito pelo clero de Barroso, que hoje damos à estampa. Um jornal onde pretendemos partilhar com todos alguma reflexão cristã, humana e social e dar a conhecer o que se vai passando nas paróquias de Barroso, e alguns acontecimentos e assuntos relevantes da Diocese de Vila Real e da Igreja em geral. Não deixem de ler. Sairá todos os meses. Façam o favor de o dar a conhecer. 
Podem baixá-lo em PDF ou lê-lo na plataforma online (sigam os links).Para já é a 1ª edição, muito singela. Partilhem connosco a vossa apreciação. Boas leituras.

Leitura online

PDF

28
Jan19

Editorial

Já tinhamos tocado no assunto uma vez ou outra, até que, finalmente, nos resolvemos a concretizar a ideia ou projeto. Aí está o jornal digital “A Igreja em Barroso”, feito pelo clero que trabalha atulamente nestas bonitas terras de Barroso.

Será um espaço para alguma reflexão clerical e até de leigos, que a seu tempo aparecerão, dar a conhecer o que de melhor se realiza nas Paróquias de Barroso, nas suas celebrações, costumes, tradições e atividades, partilhar a experiência da fé e mostrar como ela ainda é muito válida e importante na vida de muita gente e de muitas comunidades, criar diálogo com muitos indiferentes à vivência da fé ou ao fenómeno religioso, chegar a crentes que esconderam as brasas da fé debaixo das cinzas e se desinteressaram de ir à Igreja, recolher bons testemunhos e exemplos de vida, contribuir para o debate público de ideias e projetos, sem deixarmos, claro, de acompanhar um pouco a vida da Diocese de Vila Real e o dinamismo da Igreja universal, pastoreada pelo Papa Francisco.

Serão boas intenções a mais para um pequeno jornal digital? Talvez. Mas o tempo também se encarregará de nos indicar o melhor caminho. Não o fazemos, contudo, tentados pela ditadura do mediatismo ou pelo aguilhão do protagonismo. A cultura atual faz nascer nas pessoas a vontade de aparecer, porque parece que só é gente e tem valor quem aparece e é falado. Quem anda fora da ribalta e da agenda mediática das televisões, das rádios, dos jornais e de outros canais de comunicação, pode ser levado a pensar que está fora do mundo ou que é inferior aos que andam e tudo sabem fazer para andar sempre na crista da onda. Na verdade, com o tempo percebemos que quem faz tudo para aparecer acaba sempre por se deixar escravizar pela boa impressão e pela boa imagem e, por vezes, construir uma imagem falsa, postiça e forçada de si mesmo e do que faz, preocupado em obedecer aos níveis de impacto e visibilidade que o mediatismo dita.

Em parte, uma sociedade mediática tem muitos riscos. Estimula fortemente à encenação, em que se esconde o verdadeiro ser e tudo se faz para mostrar o ser que os outros querem que se seja, mas que, de verdade, não se é, e dizer o que os outros querem que se diga, mas que não condiz com o que de verdade se pensa. Ceder ao mediatismo e ao bichinho do protagonismo é sujeitar-se às falsas aparências, à mentira de si mesmo e do seu pensamento, a fingimentos e simulações, que o tempo se encarrega de purificar.

Mas na era da imagem e da informação, não é o mediatismo inevitável? Claro que é. Mas que o seja com verdade, sem falsas produções e adulterações. Vemos muitas pessoas a mostrar o que nunca foram ou desejaram ser, a mostrarem uma imagem da sua vida que não corresponde à realidade, a dizerem o que de verdade não pensam e a fazerem o que jamais pensavam fazer. Tudo para fintarem o infantil complexo de inferioridade ou ter aceitação social a qualquer custo.

O jornal será mensário e será alimentado pela carolice e engenho clerical, pelo menos para já. Tenham o cuidado de nos fazer boas críticas construtivas e de nos dar boas sugestões. Boas leituras.

Um bom ano

P. Vítor Pereira 

28
Jan19

Presépio ao vivo em Salto - 2018

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A Paróquia de Salto e as suas gentes voltaram a realizar o "Presépio Vivo" no dia de Natal entre as 15h e as 17h, nas ruas de Salto Antigo, berço da população de Salto e lugar típico da cultura barrosa, quer pela arquitectura, quer pelas marcas que ainda permanecem do modo de vida dos últimos séculos, nomeadamente nas inúmeras casas de lavradores que nos levam a viajar no tempo. No presépio vivo estiveram 112 figurantes distribuídos por trinta quatro quadros que retrataram as cenas históricas do nascimento de Jesus e o ambiente rural das nossas terras com todos os seus ofícios e afazeres que deram origem ao Presépio Popular português, o sapateiros, os carpinteiros e madeireiros, os moleiros, os padeiros, castanheiras, pastores de ovelhas e de vacas, os lavradores, os vendedores nas lojas e os ambulantes, as crianças, o ciclos da lã e do milho, a casa tradicional, a matança do porco etc, e claro, também os animadores da música popular e a fogueira de Natal a aquecer o frio do Inverno... O Natal é Incarnação e este presépio leva-nos à descoberta de um Deus que nasceu no mundo preenchendo a vida quotidiana de cada um de nós… Foi este um modo de celebrar o Natal á luz da fé e da tradição com a envolvência de toda a comunidade...

P. Pedro Rei Alves

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28
Jan19

Natal dos Padres de Barroso - 2018

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Na manhã fria do dia 12 de dezembro, o clero que trabalha em Barroso e o clero que é oriundo de Barroso reuniu-se para celebrar o seu o seu Natal, como tem sido tradição nos últimos anos. Um dia, acima de tudo, para se fazer memória e se rezar pelo clero barrosão já falecido e suas famílias e para se fortalecer a união e a fraternidade sacerdotal, em ambiente de festa e de convívio.

Depois dos habituais cumprimentos e saudações no adro da Igreja da Venda Nova, deu-se início à Eucaristia, pelas 11. Horas da manhã, presidida pelo Senhor Bispo da Diocese de Vila Real, D. Amândio José Tomás, que, nos últimos anos, tem acompanhado sempre o clero barrosão neste encontro festivo. Com a devida solenidade, cantou-se o ofício dos defuntos pelo saudoso clero de Barroso que já partiu e que fecundo trabalho pastoral realizou nas acolhedoras e bonitas terras de Barroso. Na homilia, D. Amândio exortou todos os presentes a acolher Jesus Cristo e a porem n’Ele a sua confiança e a sua esperança. “Cristo dá tudo e não tira nada”. Apesar de ser dia de semana, esteve presente um número razoável de cristãos da Venda Nova e das paróquias vizinhas, que não deixaram de recordar com saudade os bons párocos que os serviram nas últimas décadas, assim como as irmãs religiosas que realizaram um trabalho pastoral admirável no Baixo Barroso.

 

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Depois da Eucaristia, seguiu-se o almoço de Natal no restaurante da Venda Nova. No meio das habituais trocas de chalaças e em grande espírito de confraternização, foi servido um bom almoço, com a ementa tradicional. Parabéns ao restaurante que acolheu muito bem e proporcionou um bom repasto natalício, sempre vigiado pela agradável e simpática presença do patrão.

Após o festim, com o peito quente, deu-se um breve acontecimento musical, no exterior do restaurante, onde não faltou o P. Fontes com o seu realejo. Depois de algumas modinhas populares, arrematou-se com a marcha de Montalegre, cantada vivamente por todos, da autoria do nostálgico P. Minhava.

 

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Para finalizar um grande dia de encontro e de convívio, partiu-se para a visita à Central Hidroelétrica de Frades, monitorizada por um engenheiro da empresa, a quem agradecemos a companhia e a presença, Central do país com mais potência instalada e uma das mais produtivas da Europa.

Depois de mais um dia agradável e bem partilhado por todos, fortalecida a comunhão sacerdotal e com espírito de dever cumprido pelos padres defuntos, cada um partiu para as suas paróquias. Agradece-se a dedicação do anfitrião P. Carlos Rubens e do seu paroquiano Alcino, na preparação do encontro e da visita, e de todos aqueles que estiveram presentes neste aprazível acontecimento festivo.

 

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